Tu e Eu & Eu e Tu

Um blog de algodão doce

Já disse que te amava hoje?? Agosto 21, 2007

Arquivado em: Eu — hanokas @ 5:31 pm

Há dias em que acordo com dez anos, o cabelo despenteado e os olhos a brilhar como duas estrelas. Podes estar ou não ao meu lado a dormir como uma criança, ou a viver na minha memória, mas sinto sempre o teu cheiro a leite e oiço a tua respiração regular e vejo o teu peito a subir e a descer ao ritmo do teu coração.

Às vezes os outros carros buzinam porque estou distraída, mas não me importo, faço tudo devagar, com a doçura e a sabedoria dos eternos apaixonados que vivem a sonhar acordados, que viajam para outras cidades em sonhos, que adivinham o futuro melhor do que qualquer cartomante, que imaginam cada dia como o dia perfeito das suas vidas.

Tu és o meu amor perfeito, que me faz acordar cada dia com mais vontade de viver, de ser feliz de te ter ao meu lado. Tudo porque eu amo-te e porque és o meu amor perfeito.

Se tu viveres 100 anos eu quero viver 100 anos menos um dia, assim terei a certeza que nunca te irei perder.

 

Já disse que te amava hoje?? Agosto 21, 2007

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 5:11 pm
Há dias em que acordo com dez anos, o cabelo despenteado e os olhos a brilhar como duas estrelas. Podes estar ou não ao meu lado a dormir como uma criança, ou a viver na minha memória, mas sinto sempre o teu cheiro a leite e oiço a tua respiração regular e vejo o teu peito a subir e a descer ao ritmo do teu coração.
Às vezes os outros carros buzinam porque estou distraída, mas não me importo, faço tudo devagar, com a doçura e a sabedoria dos eternos apaixonados que vivem a sonhar acordados, que viajam para outras cidades em sonhos, que adivinham o futuro melhor do que qualquer cartomante, que imaginam cada dia como o dia perfeito das suas vidas.
Tu és o meu amor perfeito, que me faz acordar cada dia com mais vontade de viver, de ser feliz de te ter ao meu lado. Tudo porque eu amo-te e porque és o meu amor perfeito.

Se tu viveres 100 anos eu quero viver 100 anos menos um dia, assim terei a certeza que nunca te irei perder.
 

Depois de algum tempo Agosto 21, 2007

Arquivado em: Eu — hanokas @ 3:46 pm

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a subtil diferença entre dar a mão e acorrentar a alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante, com graça de um adulto e não a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair meio ao vão.”
Depois de algum tempo, você aprende que o sol queima se ficar a ele exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam…
E aceita que, não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo (a) de vez em quando, e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la, e que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá para o resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer,mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos, se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com que você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa, por isso, devemos deixar as pessoas a quem amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm muita influência sobre nós, mas que nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se chegar aonde está indo, mas que, se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus actos ou eles o controlarão, e não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes, a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas pessoas que o ajudam a levantar.
Aprende que a maturidade tem mais a ver com tipos de experiências que se teve e o que se aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais de seus pais em você do que você supunha. Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens, poucas coisas são tão humilhantes, e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.·
Aprende que quando se está com raiva, tem direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama mais do jeito que você quer não significa que esse alguém não o ame com todas as forças, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, e que algumas vezes, você tem que aprender a perdoar a si mesmo.
E que, com a mesma severidade com que julga, em algum momento será condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára, para que você junte seus cacos.
Aprende que o tempo não é algo que se possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores. E você? Aprende realmente que pode suportar … que realmente é forte e que pode ie mais longe, mais além depois de pensar que já não pode mais. E que realmente e vida tem valor diante da vida!!!       

Shakespeare, William. 

 

Algodão doce? Agosto 21, 2007

Arquivado em: Eu — hanokas @ 3:35 pm

Mas quem é afinal o algodão doce?                               

O algodão doce remete-me para um menino traquinas de sorriso maroto, pronto a fazer uma partida, ou quem sabe, se não a terá já feito.

Um menino traquinas, reguila, que será para sempre um eterno menino, menino grande na verdade, mas frágil, meigo e doce e leve como o algodão.

Um anjinho a quem apetece pegar, mimar, cuidar e nunca nunca largar…..

 

Será do tempo? Novembro 4, 2006

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 12:06 am
Será que o tempo é infinito?
Não tenho resposta para dar, mas com o tempo talvez ela apareça, pois ele para o mais comum dos mortais é limitado.
Nós não somos eternos e o nosso tempo está definido, o tempo de chegada e o tempo de partida.

No entanto, temos duas hipóteses:
- Passamos o tempo a sorrir;
- Deixamos que o tempo passe e que seja ele a rir-se de nós.

Eu prefiro a primeira hipótese. Passar o tempo da melhor maneira possível, aproveitar o que de bom tem para nos oferecer, e sobretudo sem pressas para ele passar bem devagar. Saborear cada momento, cada segundo pois o que vem a seguir é uma incógnita.
O tempo nos dá e tira tempo.
Dá-nos o bom e o mau.
Dá-nos sorrisos e tristezas.
Dá-nos amigos leva-nos amigos.
Mas dá-nos o mais importante para quem quer e sabe aproveitar:
TEMPO
Um tempo para aproveitar uma nova oportunidade.

O tempo cura todos os males, todas as feridas, todas as dores, todos os amores. Mas será que cura os males, as feridas, as dores e os amores da alma??
Não sei, só o tempo dirá…

 

Honestamente!!!! Novembro 2, 2006

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 10:05 pm


A ONU resolveu fazer uma grande pesquisa mundial. A pergunta era:

“-Por favor, diga honestamente, qual a sua opinião sobre a escassez de alimentos no resto do mundo.”

O resultado foi desastroso. Foi um fracasso total.

- Os europeus não entenderam o que era “escassez”;
- Os africanos não sabiam o que era “alimentos”;
- Os argentinos não sabiam o significado de “por favor”;
- Os norte – americanos perguntaram o significado de “o resto do mundo”;
- Os cubanos estranharam e pediram maiores explicações sobre “opinião”;
- E o congresso brasileiro ainda está debatendo o significado de “honestamente”….

 

Castelos de areia Novembro 2, 2006

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 1:48 am
“Num dia de verão, estava na praia, observando duas crianças brincando na areia. Elas trabalhavam muito, construindo um castelo de areia, com torres, passarelas e passagens internas. Quando estavam quase acabando, veio uma onda e destruiu tudo, reduzindo o castelo a um monte de areia e espuma. Achei que, depois de tanto esforço e cuidado, as crianças cairiam no choro. Mas tive uma surpresa. Em vez de chorar, correram pela praia, fugindo da água, rindo de mãos dadas e começaram a construir outro castelo. Compreendi que havia aprendido uma grande lição: gastamos muito tempo da nossa vida construindo alguma coisa e, mais cedo ou mais tarde, uma onda poderá vir e destruir tudo o que levamos tanto tempo para construir. Mas quando isso acontecer (e aqui eu digo, se isso acontecer), somente aquele que tem as mãos de alguém para segurar, será capaz de sorrir!”
“Só o que permanece é o amor, o carinho e a amizade. O resto é feito de areia.”
 

Era uma vez… Outubro 27, 2006

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 7:35 am
Todas as noites conto uma história à minha princesa antes de a deitar…
Por vezes pede-me a mesma uma dezena de vezes, mas desta vez pediu-me uma pequena história que há muito não lia:
“A galinha dos ovos de ouro”
E esta contava que um homem nunca satisfeito com a sua sorte, vivia amargurado porque não conseguia ter ouro… ouro suficiente para ser rico, pois só sendo rico seria feliz.
Um dia ao voltar para casa, após mais um dia de trabalho, encontrou um duende que vendo-o tão triste lhe perguntou se estaria doente, ou teria fome, ao qual o homem lhe respondeu que nem estava doente nem tinha fome, apenas estava triste porque a vida dele era triste, porque era pobre e assim continuava com a sua ladaínha.
Então o duende disse-lhe que o ouro não era o essencial, que era mais importante ser saudável, ter e poder ver a luz do Sol, poder trabalhar e ter alimento, poder desfrutar de todas as coisas que a natureza nos proporciona, mas nada disso convencia o homem.
Então o duende resolveu satisfazer aquele ser humano tão ávido de riqueza e deu-lhe uma galinha que punha ovos de ouro, dizendo-lhe que a partir daquele momento iria ser o homem mais feliz do mundo pois só teria de esperar que a galinha pusesse diariamente um ovo de ouro.
O homem agarrou na galinha e correu para casa para mostrar à mulher a solução para todos seus problemas, e ficaram a olhar para a ave à espera que esta cumprisse o seu desígnio.
Esperaram toda a tarde e toda a noite e só pela manhã a galinha pôs o seu lindo e reluzente ovo… O casal ficou a olhar completemente desconsolado para o ovo, pois só passado mais um dia teriam direito a outro ovo, e assim iria demorar imenso tempo até ficarem ricos.
E então tiveram a brilhante ideia de abrir a galinha para poderem ficar com os ovos todos de uma vez, e aí sim seriam ricos e afortunados e… felizes!
Assim fizeram, e qual não foi o seu espanto e arrependimento quando abriram a galinha e…. não havia mais ovos!
Diz o velho ditado “Quem tudo quer, tudo perde”.
Quantas vezes nos sorri a sorte, e nem assim ficamos satisfeitos.
Pretendemos sempre mais e mais. E, na ânsia de tudo possuirmos, cometemos erros por vezes irreparáveis…
Foi o que aconteceu ao dono da poedeira extraordinária, que levado pela ganância acabou por ficar de mãos a abanar.
A espécie humana tem ao longo da história, matado várias galinhas de ovos de ouro, sempre ávida de rápido enriquecimento…
Abate florestas, extingue recursos naturais, cobre de cimento paraísos à beira mar, vai destruindo o planeta. E para finalizar, embora em nada menos importante, vai descurando a vida familiar, não há tempo para os filhos, não há tempo para os pais, nem para os avós, aqueles que só de pensarem em nós se lhe esbate um sorriso nos olhos, aqueles que “já não se fazem mais”, porque já não há simplicidade como havia dantes, porque tudo mudou, as prioridades hoje são outras.
Hoje é mais importante a carreira profissional, o dinheiro tudo paga, paga uma ama para os meninos, paga para os lavar, para os vestir, para os levar a passear, para os acarinhar e depois quando vamos a ver estão casados e nós nem demos conta, e nem conseguimos pensar em ouvir chamar-nos de avó… enfim já é outro assunto…
Voltando à galinha…
Temos de ensinar às nossas crianças que temos de esperar, porque nada acontece sem esforço, e a ambição desmedida, que não olha a meios para obter os seus fins, acaba por dar mau resultado.
As crianças que raramente se contentam com o que têm, são as primeiras a quebrar o brinquedo favorito para verem o que o faz funcionar tão maravilhosamente… deitando tudo a perder.
Temos de ter consciência e sabedoria para incutir-lhes os verdadeiros valores familiares, a força que é necessária para seguir em frente, vencendo as contrariedades da vida, ultrapassando os obstáculos que se nos vão deparando, temos de os preparar para saberem amar, respeitar e acreditar nos outros, temos de os ensinar a ter fé, a acreditar que o seu futuro está tão-somente nas mãos deles.
Há que ensiná-los a sonhar para dar asas à sua vida, para construirem um futuro digno deles, um futuro radioso… tal como os queremos… sempre radiosos e felizes!
(conto adaptado das fabulas de La Fontaine)
 

Finalmente… Outubro 27, 2006

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 1:32 am

Hoje sorri!
Hoje chorei!
Hoje estou muito felizzzzzz!!!!!

Vou ser tia de uma MENINA!

A “minha” menina…

 

“Depois de um tempo você aprende” Outubro 22, 2006

Arquivado em: Blogroll — hanokas @ 5:32 am
“Depois de algum tempo aprendes a diferença, a subtil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma. E aprendes que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. E começas a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.

Acabas por aceitar as derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. E aprendes a construir todas as tuas estradas de hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de algum tempo aprendes que o sol queima se te expuseres a ele por muito tempo. Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam… E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais.

Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependerás para o resto da vida. Aprendes que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que tens na vida, mas quem tens na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher. Aprendes que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam, percebes que o teu melhor amigo e tu podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos. Descobres que as pessoas com quem tu mais te importas são tiradas da tua vida muito depressa, por isso devemos sempre despedir-nos das pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprendes que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começas a aprender que não te deves comparar com os outros, mas com o melhor que podes ser.

Descobres que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser, e que o tempo é curto. Aprendes que, ou controlas os teus actos ou eles te controlarão e que ser flexível nem sempre significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, existem sempre os dois lados. Aprendes que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer enfrentando as consequências. Aprendes que paciência requer muita prática.

Descobres que algumas vezes a pessoa que esperas que te empurre, quando cais, é uma das poucas que te ajuda a levantar. Aprendes que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que tiveste e o que aprendeste com elas do que com quantos aniversários já comemoraste. Aprendes que há mais dos teus pais em ti do que supunhas. Aprendes que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são disparates, poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprendes que quando estás com raiva tens o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel.

Descobres que só porque alguém não te ama da forma que desejas, não significa que esse alguém não te ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.

Aprendes que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes tens que aprender a perdoar-te a ti mesmo. Aprendes que com a mesma severidade com que julgas, poderás ser em algum momento condenado.

Aprendes que não importa em quantos pedaços o teu coração foi partido, o mundo não pára para que tu o consertes. Aprendes que o tempo não é algo que possa voltar para trás.

Portanto, planta o teu jardim e decora a tua alma, ao invés de esperares que alguém te traga flores. E aprendes que realmente podes suportar mais… que és realmente forte, e que podes ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais. E que realmente a vida tem valor e que tu tens valor perante a vida!

As nossas dúdivas são traidoras e fazem-nos perder o bem que poderíamos conquistar, se não fosse o medo de tentar.”

Para além de julgar este precioso texto um conjunto de verdadeiros ensinamentos e importantes reflexões e que há tanto tempo o supus como atribuído à imensa obra de Willian Ferdnand Shakespeare (que “corre” na Internet intitulado “Manual de Sobrevivência) na realidade e, após longa pesquisa, e sem querer denegrir a sua qualidade, é de autoria de Camila de Lima. Perguntar-se-á quem é Camila de Lima, pois bem, alguém que resolveu (e muito bem) homenagear uma data muito especial, a uma amiga, compilando pensamentos, citações e tudo quando mais gostava sobre Paulo Coelho, Vinicius de Moraes, Fernando Pessoa, e tantos outros escritores, assim como alguns (segundo a autora) resquícios completamente originais de lições de vida. Na base deste texto, controverso quanto à sua autoria, reside um poema também ele atribuído a Shakespeare mas que está registado em nome de Verónica Shoffstall e foi escrito em 1971. Shakespeare jamais escreveu algum texto de auto-ajuda.
Aqui fica, então e também, o referido Poema:

“After a While”

After a while you learn
the subtle difference between
holding a hand and chaining a soul
and you learn
that love doesn’t mean leaning
and company doesn’t always mean security.
And you begin to learn
that kisses aren’t contracts
and presents aren’t promises
and you begin to accept your defeats
with your head up and your eyes ahead
with the grace of woman, not the grief of a child
and you learn
to build all your roads on today
because tomorrow’s ground is
too uncertain for plans
and futures have a way of falling down
in mid-flight.
After a while you learn
that even sunshine burns
if you get too much
so you plant your own garden
and decorate your own soul
instead of waiting for someone
to bring you flowers.
And you learn that you really can endure
you really are strong
you really do have worth
and you learn
and you learn
with every goodbye, you learn…

© 1971 Veronica A. Shoffstall